terça-feira, 26 de julho de 2011

Vovós





Vó,voinha,vozinha,vovó!
Que gostoso é, essas palavrinhas pronunciar.
Muitas vezes num tom mais alto,
Por ela não conseguir direito escutar.
Ah como é bom ter uma avó
Pra também a ouvir falar
Muitas vezes com sua voz trêmula e fraquinha
Historias,aventuras,romanc​es,conselhos a dar.
E o que falar do abrigo?
O primeiro que nos vem á cabeça
Sempre depois de alguma travessura aprontar.
Aquele abraço fofinho,
As mãos enrugadas estendidas,
Sempre prontas a nos ajuda.
O cheirinho da comida
Que vem da sua cozinha
Com pratos que nos enchem os olhos
Fazendo o apetite voltar.
E aquele remedinho ou chá
Que ela sempre tem guardado pra nos dar
Seja qual for a doença,seja o que for pra curar.
O quintal de terra batida,
Algumas galinhas com seus pintos a piar
As plantas,as flores,as frutas
O balanço de corda pra lá e pra cá.
Voinha a senhora que tantas vezes em teu colo
Fez minha tristeza e lágrima cessar.
Me ensinando que sempre há esperança
Se tão somente a gente tentar.
Com seus cabelinhos tão brancos
Que nos fazem em ti acreditar
Me ensinou também que definitivamente
As vovós deveriam nunca nos deixar.

Em homenagem a todas as avós pelo seu dia,por serem essenciais
e queridas. E a você minha vó,que agradeço a Deus todos os dias
por apenas tua presença me alegrar.





Thalita virginia


(26/07/2011)

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