quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Cores


Estou caminhando num arco-íris,
Vou deslizando pelo Colorido.
Vou alegre,vou sorrindo.
Lá no final,vejo um sol quente e amarelo
Que me guia,me ilumina.
E que faz resplandecer
No meu tesouro.
Aqui de longe eu já posso ver
No pote tem muito mais que ouro,
Está a minha felicidade,
Está você!

(Thalita Virginia)

02/11/2011

sexta-feira, 16 de setembro de 2011



Se dizemos às pessoas grandes: "Vi uma bela casa de tijolos cor-de-rosa, gerânios na janela, pombas no telhado...",
 Elas não conseguem, de modo algum, fazer uma ideia da casa. 
É preciso dizer-lhes: "Vi uma casa de seiscentos mil reais". 
Então elas exclamam: "Que beleza!" "


(O pequeno principe)

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Eu nunca soube o que é estar sozinha depois que você está comigo.




Thalita Virginia


14/09/11 

domingo, 31 de julho de 2011

A menina que roubava livros.

Terminei de ler ontem e recomendo a todos que leiam também,pois apesar de ser muito triste,é uma historia muito bonita e apaixonante. Como eu,você vai se apaixonar pela menina. E como o proprio autor diz,quando a morte conta uma historia todos devem parar para ler! Um dos melhores livros que já li até hoje!






Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em A Menina que Roubava Livros, livro há mais de um ano na lista dos mais vendidos do The New York Times. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, O Manual do Coveiro. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de rouba-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto a sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora. Um dia todos irão conhece-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Borboletas





Sabe borboletas no estomago,aquelas que as pessoas sentem quando estão amando?
Então,ele me deixa com centenas delas!


Thalita Virginia


(27/07/2011)

terça-feira, 26 de julho de 2011

Vovós





Vó,voinha,vozinha,vovó!
Que gostoso é, essas palavrinhas pronunciar.
Muitas vezes num tom mais alto,
Por ela não conseguir direito escutar.
Ah como é bom ter uma avó
Pra também a ouvir falar
Muitas vezes com sua voz trêmula e fraquinha
Historias,aventuras,romanc​es,conselhos a dar.
E o que falar do abrigo?
O primeiro que nos vem á cabeça
Sempre depois de alguma travessura aprontar.
Aquele abraço fofinho,
As mãos enrugadas estendidas,
Sempre prontas a nos ajuda.
O cheirinho da comida
Que vem da sua cozinha
Com pratos que nos enchem os olhos
Fazendo o apetite voltar.
E aquele remedinho ou chá
Que ela sempre tem guardado pra nos dar
Seja qual for a doença,seja o que for pra curar.
O quintal de terra batida,
Algumas galinhas com seus pintos a piar
As plantas,as flores,as frutas
O balanço de corda pra lá e pra cá.
Voinha a senhora que tantas vezes em teu colo
Fez minha tristeza e lágrima cessar.
Me ensinando que sempre há esperança
Se tão somente a gente tentar.
Com seus cabelinhos tão brancos
Que nos fazem em ti acreditar
Me ensinou também que definitivamente
As vovós deveriam nunca nos deixar.

Em homenagem a todas as avós pelo seu dia,por serem essenciais
e queridas. E a você minha vó,que agradeço a Deus todos os dias
por apenas tua presença me alegrar.





Thalita virginia


(26/07/2011)

Esquinas



Quer mesmo saber? 
Foi num desses “Vai ver se eu tô na esquina” , que eu boba fui ver.
E como já era de se esperar, você não estava.
Mas havia um novo amor lá. E que amor heim! 
Desses que não se encontram em qualquer esquina!


Thalita Virginia


(26/07/11